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Internacionalização de empresas: o que é e como funciona?

Entenda o que e como funciona a internacionalização de empresas, que traz vantagens para organizações de diversos segmentos.
Marcelo Flores
25 de Agosto, 2021

Com vantagens como diluição de riscos, conquista de novos mercados e construção de uma marca global, a internacionalização de empresas é uma alternativa para organizações que desejam expandir seu mercado. 

Atuar em diferentes regiões geográficas é uma forma de garantir vantagem sobre a concorrência, mas o processo deve ser elaborado de forma estratégica e com assessoria jurídica adequada.

Em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado, a internacionalização de empresas traz grandes oportunidades de negócio para organizações de diversos segmentos. Para isso, a ideia deve ser discutida com os investidores de modo a encontrar a melhor forma de colocar o processo em prática.

O que é internacionalização de empresas?

Internacionalização de empresas é o processo em que as organizações começam a atuar em outros países diferentes da sua origem, o que pode ser feito de várias formas, como:

  • Exportação;
  • Franchising;
  • Joint Venture;
  • Investimento direto.

Ao vender um produto, por exemplo, a empresa pode exportar sua produção para outros países ou mesmo abrir uma unidade industrial no exterior. 

No segmento de serviços, esse processo pode acontecer com a abertura de uma filial ou na formalização de um acordo com outra empresa do país em que deseja se instalar.

Este processo costuma ser bastante complexo, já que envolve a adequação a um novo conjunto de leis, uma nova cultura e novas estratégias comerciais.

Além disso, outro desafio é conquistar um público diferente, com seus próprios hábitos e costumes. 

Existem diversos casos de empresas que foram bem-sucedidas em seu processo de internacionalização e, para isso, é preciso ter um planejamento estratégico com os objetivos da organização a curto, médio e longo prazo.

Como funciona a internacionalização de empresas?

O primeiro passo para se desenvolver internacionalmente é ter um mercado interno estabelecido, com uma base sólida que irá orientar as atividades de expansão sem comprometer o core business da empresa. 

Depois, é o momento de investir em pesquisa e desenvolvimento para identificar quais mercados têm mais potencial de crescimento e abertura para o seu produto ou serviço. 

Muitas empresas, quando começam a negociar no exterior, optam por entrar em um país semelhante ao seu, com idioma, estrutura financeira e economia compatíveis, por exemplo. 

Isso evita que a empresa chegue despreparada a um novo mercado, prevendo os desafios e reduzindo os riscos antes de investir o tempo e o dinheiro necessários para um início bem-sucedido.

Uma estratégia comum é começar as atividades no exterior de forma gradativa, de modo que a empresa consegue adquirir experiência prática no novo mercado sem assumir riscos muito grandes.

Além disso, dessa forma é possível que sejam feitos ajustes e alterações estratégicas à medida que a companhia conhece melhor seu  público e a concorrência.

Assim que os resultados iniciais começarem a surgir, a organização pode intensificar seus investimentos na expansão de atividades.

Nesta fase, é importante que as ações sejam acompanhadas de uma pesquisa de mercado profunda, bem como relacionamentos com outras empresas e profissionais de diversas áreas.

Becker International Desk

O escritório de advocacia Becker integra uma aliança por meio da qual possibilitamos o atendimento dos clientes em qualquer parte do Brasil e do mundo.

Por meio do Becker International Desk, apoiamos processos de expansão internacional, processos de M&A, demandas estratégicas, atração de investimentos, instalação de novos negócios no Brasil ou qualquer outra necessidade jurídica ou paralegal.

Para saber mais sobre internacionalização de empresas, entre em contato conosco e conheça nossas soluções.

Marcelo Flores
Advogado
Sócio na Área de Contratos e Societário. Tem ampla experiência na estruturação societária, operações de fusões e aquisições e contratos. Tem vasto conhecimento em todas as fases necessárias para a implantação de parques de energias renováveis e PCHs (atuação perante a ANEEL, relacionamentos com bancos na análise e organização de documentos para obtenção das garantias exigidas pelo Poder Público, assessoria nos leilões de compra e venda de energia), além de experiência na coordenação em processos de due diligence para a compra e venda de empresas e de parques de energias renováveis. Conselheiro de Startups na Federação das Indústrias do Paraná - FIEP.
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