INCUBADA NOS EUA, EMPRESA CURITIBANA DE APLICATIVO CONQUISTA PRIMEIROS CONTRATOS NO EXTERIOR

Snowman Labs cresceu 68% em 2015 ao desenvolver soluções em aplicativos mobile para médias e grandes empresas brasileiras

A empresa curitibana Snowman Labs encontrou mercado nas principais fragilidades de seus clientes. Especializada no desenvolvimento de soluções em aplicativos mobile, atende desde indústrias a startups que precisam automatizar algum processo interno ou de atendimento ao público. Em 2015, a companhia aumentou em 68% o seu faturamento e a expectativa é crescer ainda mais nos próximos anos, já que começou a exportar para os Estados Unidos e ficará incubada na University of Central Florida (UCF) até 2018.

A Snowman Labs nasceu da junção de duas startups em 2014 e desde então tem focado no desenvolvimento de aplicativos para médias e grandes organizações. A empresa toma ciência do problema do cliente e faz o projeto de um aplicativo que vai tornar o processo mais simples e ágil.

Entre os projetos de sucesso está um aplicativo para ajudar consultores de venda da Volvo durante feiras. Antes, todas as prospecções comerciais eram anotadas em blocos de papel, que precisavam ser repassados para o computador. Era comum, por exemplo, perda ou distorção de informações.

O Sebrae-PR também procurou a Snowman Labs para automatizar o trabalho dos consultores que participam do programa Negócio a Negócio. Antes, as informações dos clientes eram armazenadas no Excel. A planilha eletrônica foi aposentada e as informações coletadas durante as consultorias in loco passaram a ser alimentadas diretamente no aplicativo e sincronizadas com o sistema do Sebrae.

“O core business dessas companhias é fabricar e educar. Empresas que fazem tudo não existem mais. Elas focam em uma solução, no seu core business, e terceirizam para especialistas as demais atividades”, explica Danilo Brizola, um dos fundadores da empresa, que conta com 24 funcionários no Brasil.

Estados Unidos

Com a experiência no país, Brizola e Luís De Marchi, também fundador da empresa, buscaram a internacionalização. Após participarem de um série de missões e feiras no exterior , eles conseguiram o primeiro cliente nos Estados Unidos no início deste ano. Lá, eles prestam serviço de outsourcing, ou seja, são contratados por startups que não têm time próprio de desenvolvedores. Todo o serviço é prestado do Brasil.

E para facilitar a prospecção de novos contratos, e o próprio desenvolvimento da empresa, desde maio estão incubados na University of Central Florida (UCF). O período de incubação é de dois anos e inclui uma sala comercial e suporte técnico e jurídico da instituição de ensino.

“Quando chegamos lá, não somos ninguém. A partir do momento em que estamos dentro da UCF, que é a segunda maior universidade dos Estados Unidos, é diferente”, diz Brizola. A Snowman Labs tem duas pessoas trabalhando no escritório americano e a visita dos fundadores ao local é constante. São três clientes ativos nos Estados Unidos e outros dois contratos encerrados, que correspondem a 30% da receita da empresa.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/empreender-pme/incubada-nos-eua-empresa-curitibana-de-aplicativo-conquista-primeiros-contratos-no-exterior-dk6d1h1bun7s8swmu2hl71267

STARTUPS CRIAM “UBER PARA CACHORROS” E MONITORAM CAMINHADA COM OS BICHOS

Donos dos cães podem acompanhar em tempo real a caminhada dos passeadores por GPS

  | Jonathan Campos/Gazeta do Povo

Jonathan Campos/Gazeta do Povo

O negócio de passeador de cachorros, do jeito antiquado e analógico, é imperfeito. Encontrar e avaliar um bom passeador exige uma pesquisa confusa e conflituosa na internet, e não há maneira confiável de afirmar se um serviço de passeio de cães é bom ou ruim. Chegar em casa e encontrar o cachorro vivo e tudo em ordem é praticamente o único critério de sucesso, a menos que a pessoa espie por meio de uma câmera ou do vizinho. Reconhecendo espaço para melhora desse serviço, pelo menos quatro startups financiadas por capitais de risco estão invadindo o mercado americano de passeio de cães.

As startups funcionam como uma espécie de Uber para cachorros. Caminhando munidos de smartphones, os passeadores literalmente marcam para você em um mapa digital onde o bichinho parou, farejou e resolveu seus assuntos, dando um novo nível de detalhamento — talvez excessivo — à dúvida sobre se a caminhada foi, digamos, produtiva.

Este é o principal argumento de venda da Wag Labs, que opera em 12 cidades grandes, e da Swifto, que atua em Nova York desde 2012. Ambos os serviços monitoram a caminhada dos passeadores com seu cachorro por GPS, assim os clientes podem assistir à rota de seus bichos de estimação em tempo real nos aplicativos dedicados. Isso resolve uma questão incômoda do negócio: se a caminhada realmente aconteceu e qual foi sua extensão.

Bicos

A DogVacay e a Rover são as outras duas startups que estão na guerra dos passeios de cães. Esses serviços não são nem de perto tão caprichosos em seus relatórios de status, mas são muito maiores e mais bem financiados. Juntas, as duas empresas captaram US$ 138,5 milhões de alguns dos investidores de risco mais influentes do Vale do Silício.

Ao programar uma caminhada, ambas as plataformas preenchem mapas com os passeadores das redondezas, que estabelecem seus próprios preços. Esta é uma adoção total, estilo Uber, da chamada economia de bicos. Enquanto a Swifto e outros serviços regionais contratam passeadores e exigem que eles se comprometam com um número mínimo de caminhadas, a DogVacay e a Rover estão voltadas aos amantes dos cachorros que querem ganhar alguns dólares extras em uma segunda-feira à tarde.

A esperança desse grupo de novas empresas é que a demanda por passeadores de cães seja, na verdade, muito maior do que parece. O CEO da Rover, Aaron Easterly, chama isso de “mercado paralelo”: pessoas que não confiam seus bichos a um estranho e, portanto, pedem favores a familiares e amigos ou simplesmente obrigam os animais a esperar algumas horas até a hora de sair.

“Se for possível superar a barreira da confiança e transformar isso em algo normal… acreditamos que será possível ampliar o tamanho do mercado”, explica Easterly.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/startups-criam-uber-para-cachorros-e-monitoram-caminhada-com-os-bichos-5yqbi0ib1fppbhyzwbgc63kgr

BRASIL TEM TRÊS STARTUPS ENTRE AS FINTECHS MAIS INOVADORAS DO MUNDO

Companhias aparecem no levantamento Fintech 100, que estuda startups que unem tecnologia e serviços financeiros

 

O Brasil tem se mostrado um terreno próspero para fintechs, as startups que unem tecnologia e serviços financeiros. Em um levantamento divulgado pelo grupo contabilista KPMG International e a investidora H2 Ventures, batizado de Fintech 100, três startups nacionais aparecem no ranking que elege as mais inovadoras do setor.

O Nubank e o VivaReal surgem na primeira metade da lista, nas 16ª e 46ª colocações, respectivamente, em uma categoria chamada de “leading 50” (“as 50 que lideram”, em português). O GuiaBolso vem na segunda parte, destinada às “50 emerging stars” (“as 50 estrelas emergentes”), como 23° colocado.

Sem cobrar anuidade ou tarifas, o Nubank desenvolveu um cartão de crédito com a bandeira Mastercard, administrado por aplicativos móveis. Já o VivaReal é um site do ramo imobiliário, que conecta compradores, inquilinos e vendedores de residências. O GuiaBolso, por sua vez, é um aplicativo de gerenciamento financeiro, onde o usuário pode checar suas transações bancárias e definir metas.

Para o estudo, as 100 companhias que aparecem no ranking buscaram usar a tecnologia em todo o seu potencial, além de promoverem uma ruptura com a indústria de serviços financeiros. Essas startups teriam ainda demonstrado a habilidade de fazer do mercado um lugar melhor para todos, comprometendo-se a uma experiência de qualidade para o consumidor.

As empresas de empréstimo dominaram a lista, com 32 aparições. Em seguida, vêm as empresas de pagamento, com 18, sendo que as de seguro ficaram no terceiro lugar no pódio, com 12. Apenas duas companhias de crowdfunding e uma de contabilidade deram as caras no ranking.

 

F0nte: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/empreender-pme/brasil-tem-tres-startups-entre-as-fintechs-mais-inovadoras-do-mundo-2y5f5cwwhhw1q6xmx2rophyfm

Fusões e aquisições se recuperam com venda de ativos Petrobras

As fusões e aquisições estão finalmente ensaiando uma recuperação no Brasil e registraram aumento de 35% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2015, para US$ 16,6 bilhões, impulsionadas por uma série de negócios no setor de energia envolvendo a Petrobras.

Ainda mais surpreendentes foram os US$ 11,1 bilhões em operações nas quais empresas estrangeiras compraram ativos brasileiros, de acordo com dados compilados pela agência de notícias Bloomberg.

Segundo essa medida, a atividade praticamente quadruplicou em relação ao mesmo período do ano passado, melhor resultado registrado desde o último trimestre de 2013.

A Petrobras precisará cumprir seu programa de venda de ativos para que o crescimento no mercado de fusões e aquisições no país continue.

A gigante do setor de energia, que vem tentando reduzir a maior carga de dívida da indústria do petróleo, foi responsável por mais de um terço da atividade total com suas vendas de ativos nos últimos três meses.

A companhia apresentou o plano de desinvestimentos há mais de um ano, mas até recentemente havia fechado apenas algumas transações. A Petrobras planeja obter US$ 19,5 bilhões por meio de desinvestimentos em 2017 e 2018.

“M&A é um produto de confiança”, diz Hans Lin, chefe do banco de investimento do Bank of America no Brasil. “Ninguém quer segurar uma faca caindo. Aí, quando as coisas se estabilizam um pouquinho, as pessoas tomam as decisões.”

De certa forma, o terceiro trimestre foi a crônica de uma recuperação anunciada nas fusões e aquisições.

O argumento para o salto estava presente havia meses: as empresas brasileiras, abatidas pela recessão e pelos baixos preços das commodities, estavam desesperadas para vender ativos, que se tornaram relativamente baratos para estrangeiros com dólares devido à forte desvalorização do real.

Contudo, embora empresas de investimentos como a Advent International e a Brookfield Asset Management tenham exaltado as oportunidades no Brasil, muitos potenciais compradores hesitaram, aparentemente inseguros em relação a quanto mais a moeda e a economia cairiam.

Agora, a melhora do sentimento e a estabilização do real mudaram a dinâmica, assim como a política do País.

Michel Temer, que se tornou presidente formalmente após o impeachment de Dilma Rousseff, no mês passado, convenceu muitos investidores em Wall Street de que será capaz de acabar com o impasse no Congresso e conseguir apoio para os cortes de gastos necessários.

O Brasil continua em recessão, mas os economistas projetaram em uma pesquisa do BC que a economia se expandirá 1,3% no ano que vem.

O real registra valorização de 22% em 2016 após a depreciação do ano passado, quando teve sua quinta queda anual. A volatilidade implícita do real em um mês, um indicador de incerteza, caiu para abaixo do registrado por diversos pares regionais. Em 2015, o real teve o pior desempenho entre 16 moedas importantes, com um declínio de 33%.  De Bloomberg –  Jonathan Levin, Sabrina Valle e Cristiane Lucches

Multilog finaliza compra da Elog Sul por R$ 115 milhões

Acordo entre executivos da Multilog e da Ecorodovias foi assinado em São Paulo

A Multilog, empresa catarinense que atua na área de logística, armazenagem e transporte, finalizou nesta quinta-feira (6) a aquisição da Elog Logística Sul por R$ 115 milhões. Os termos do contrato de aquisição foram assinados em São Paulo e já foram aprovados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Com a aquisição, a Multilog, que tem sede em Itajaí, expande sua expande sua atuação para toda a região sul do país, assumindo o controle de operações no Rio Grande do Sul e no Paraná. No Estado, a Elog administra os portos secos de Santana do Livramento, Uruguaiana e Jaguarão.

Djalma Vilela, diretor executivo da Multilog, comentou em nota a operação. “Com a integração das unidades da Elog Sul – que receberão investimentos nos próximos três anos, especialmente no Paraná – nossa meta agora é ainda mais arrojada. Devemos finalizar 2020 com faturamento bruto de R$ 500 milhões, o que representará quase quatro vezes o faturamento de 2012”, afirma.

A negociação para a compra da Elog Sul teve início em julho de 2015 e durou cerca de um ano. A captação de recursos para a aquisição da empresa aconteceu a partir da emissão de debêntures.
Em fato relevante comunicando a operação, a EcoRodovias, controladora da Elog, afirma que os recursos da venda serão integralmente utilizados para pagamento de dívidas.

http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br/2016/10/multilog-finaliza-compra-da-elog-sul.html

 

Startup: qual a tecnologia e os caminhos para o negócio?

No Brasil, hoje estão nascendo muitas empresas que se denominam startups, ou seja, empresas em caráter embrionário que estão dando o seu start. Porém, antes de escolher qual tecnologia você vai utilizar na sua, convém primeiro saber alguns percalços que você passará pelo caminho, e isso muito antes de abri-la e de escolher a tecnologia. Abaixo enumerei algumas observações a serem avaliadas antes de se aventurar por esse mundo:

Posso fracassar?

Sim. As estatísticas hoje no Brasil são de que 95% das empresas que nascem não chegam ao seu quinto ano de vida. Portanto, se tem medo ou acha que o fracasso não lhe é facilmente digerível, não se aventure.

Que tipo de empreendedor eu sou?

É necessário que você saiba muito bem esta resposta. Faça uma reflexão muito centrada e saiba discernir onde você se encaixa. São três tipos mais comuns:

Empreendedor por necessidade

É o tipo de empreendedor que nasce não de uma oportunidade, mas porque aconteceu algo que o está levando a isso: perdeu o emprego, não gosta do seu chefe, não gosta da empresa, quer ficar rico, não quer ter horário, quer ser o seu próprio chefe, teve a maior ideia do mundo… E assim por diante. Se você se enquadra em um desses motivos e no tipo de empreendedor, “volte duas casas”, não empreenda, você além de não estar preparado, não tem o motivo certo.

Empreendedor por ser aventureiro

Eles existem e os motivos que os levam a abrir a sua startup são: tem o dinheiro necessário, consegue pagar as contas, consegue contratar funcionários, consegue montar um escritório, tem network. Aqui, porém, há um item principal que fará falta ao longo da jornada: a carência de um motivo certo. Ter dinheiro, network, contatos, não serão suficientes para manter o negócio de pé. Se esse é o seu caso, “volte três casas” e invista o seu dinheiro no mercado financeiro. As suas chances de retorno serão infinitamente maiores.

Empreendedor por oportunidade

Esse é o tipo que tem mais chance de dar certo, pois aqui ele reúne as características, como: motivação, encantamento, o incerto é o seu combustível, ele é como um bombeiro – já tem a sua paixão, como um atleta olímpico, cai, se levanta e continua, o risco é o seu combustível. E é aqui que você precisa estar e as características abaixo serão fundamentais para que a startup saia da estatística de morte. E, além disso, você vai ter que aprimorar as suas habilidades para ter espírito de luta nas adversidades, errar e aprender com os erros, ter capacidade para redefinir o seu negócio rapidamente e ter espírito de sacrifício.

Há necessidade de um sócio ou investidor?

Essa é uma etapa bastante sensível na sua jornada. Você vai precisar de um sócio ou investidor quando você precisa de algo que não pode conseguir de outra maneira, e quando ele é o complemento para a sua empresa, quando traz competências que somam às suas. Nesse caso, veja se é melhor um sócio, pois um investidor vai querer o retorno do investimento e pode não trazer tantas competências com as quais você estaria sonhando ou precisando.

Mas, como escolher o sócio?

Você deve escolher o seu sócio levando em consideração o que ele deve ter: honestidade e os mesmos valores que você, que complemente, que tenha a mesma ambição, que esteja no mesmo momento em que você está, que saiba compartilhar os valores e, acima de tudo, que saiba remar junto.

Vamos à ideia?

A ideia nesse quesito será colocada em prática. Porém, antes você precisa saber que uma boa execução é melhor do que a melhor das ideias. Como colocá-la em prática? Em quanto tempo? E a que custo? São mais importantes. Se pergunte por que comprarão de você e não de outros, exponha a ideia, mostre ao maior número de pessoas, veja se ela tem adaptabilidade, se é possível mudá-la do original e, por último, teste a sua ideia.

Escolha o setor ou a indústria onde pretende empreender

Tão importante quanto a sua ideia é o setor em que você irá trabalhar. Você precisa ter um mínimo de conhecimento do setor – não pode ser um iniciante. O setor é uma decisão e não uma consequência. Pesquise e tente encontrar motivos da razão de ainda não terem criado o que você criou neste setor, verifique se é muito caro investir nele (pode ser um motivo de ninguém ter ido adiante), verifique a sua rentabilidade, as margens de lucro, o grau de concorrência, o momento econômico pelo qual ele passa, e se o lugar geográfico onde você quer se estabelecer permite expansão ou está saturado. Esses fatores também são fundamentais para a sua startup dar certo.

E os lucros?

Uma das perguntas que me fazem bastante é: quando o lucro vem? E a minha resposta é: quando ele quiser. Não tem como prever quando o lucro vem. Se você trabalhar todos os itens para montar o seu negócio ou a sua startup, a consequência será lucro ou falha, portanto o lucro virá quando: você vender valor e não preço, quando você aprender que faturamento não é lucro, quando você aprender que a sustentabilidade é mais importante do que crescer e não ter lucro.

E os custos?

Tem que ter em mente que os custos existirão mesmo sem que você os deseje, temos como exemplo o que chamamos de custos fixos, ou seja, são aqueles custos que, faça chuva ou faça sol, você vai ter que arcar com eles: aluguel, conta de água, luz, condomínio, telefonia, manutenção etc. Portanto: controle os seus custos fixos e variáveis, não faça dívidas fixas e lembre-se que os custos consomem o seu lucro.

Enfim, deu certo. Mas qual tecnologia eu escolho?
Escolher a tecnologia para que a sua startup funcione vai depender do ramo de atuação e do tipo de negócio. Porém, algumas tecnologias você vai ter que ter e descrevo abaixo algumas que certamente lhe ajudarão a desenvolver a produtividade:

TECNOLOGIAS NECESSÁRIAS – Todas gratuitas

Hoje em dia quase nenhuma startup compra ativos (servidores e softwares), existem várias alternativas que funcionam “na nuvem” e certamente será a sua melhor opção.

PIPEDRIVE – Ótimo software, bastante voltado ao Controle de Vendas: www.pipedrive.com

AGENDOR – Também muito bom software de CRM e Controle de Vendas: www.agendor.com.br

LIBREOFFICE – Ótimo software grátis com Editor de Texto, Planilhas e muito mais – pt-br.libreoffice.org/

ZOHO MAIL – Hoje o Google oferece o Gmail como alternativa gratuita. Porém, quando você registrar o domínio da sua empresa terá que habilitá-lo. Hoje existe uma ferramenta (Zoho Mail) que lhe permite ter até 10 contas de e-mail grátis com domínio próprio.

Comece já em: www.zoho.com/mail/

PLANILHAS FINANCEIRAS – Você vai precisar de um mínimo de organização financeira (além da emissão das Notas Fiscais Eletrônicas), contas a pagar e a receber, e fluxo de caixa também entram aqui. Hoje existem várias planilhas que fazem esse trabalho de maneira bastante boa e organizada.

Procure por sites e aplicativos confiáveis para apostar no seu negócio. A partir desse momento, é só seguir em frente e se empenhar para fazer dar certo!

Juarez Araújo – Diretor comercial da DBACorp

EMPRESAS DE TECNOLOGIA ENTRAM NA DISPUTA PELO MERCADO DE SAÚDE

Gigantes como Google, IBM e Apple recorrem à inteligência artificial e big data para pesquisar novos tratamentos e soluções voltadas a clínicas e médicos

 

Depois de conquistar espaço em sua rotina com celulares, aplicativos e programas de computador, as gigantes de tecnologia agora querem influenciar também o modo como você cuida da sua saúde – e garantir que cada vez menos você precise recorrer a hospitais e clínicas. Aproveitando a experiência com inteligência artificial e processamento de dados, bem como a evolução recente destas tecnologias, empresas como Google, Apple, IBM e Microsoft têm investido pesado para conquistar espaço em uma indústria global avaliada em US$ 8 trilhões.

Esse movimento começou há cerca de cinco anos, principalmente nos Estados Unidos, mas agora começa a mostrar resultados e se espalhar por outros países, com um boom de novas startups querendo abocanhar uma fatia deste mercado antes restrito a farmacêuticas e departamentos de pesquisas nas universidades. O aumento da longevidade da população e, consequentemente, dos custos dos governos e hospitais em saúde, é visto como uma das principais oportunidade para quem quer investir no setor. Afinal, a promessa é de que as novas tecnologias podem justamente diminuir esses gastos, que já correspondem a 17% do PIB nos Estados Unidos e 9% no Brasil.

O CEO da Apple, Tim Cook, disse em maio que a assistência médica é uma “oportunidade enorme” para a companhia, que quer transformar seu Apple Watch em uma espécie de centro de diagnósticos sobre a condição física dos usuários. A empresa aposta em sua plataforma HealthKit para ajudar na tarefa – a ideia é que o sistema, que por enquanto apenas coleta dados de devices, como pulseiras e relógios, passe a analisar e interpretar essas informações, que poderiam ser usadas por médicos, com o consentimento dos usuários. O movimento é estratégico para a Apple porque pode ajudar a companhia a gerar mais receita com softwares e serviços, diminuindo a dependência do iPhone, cujas vendas estão em queda.

A Microsoft é outra empresa que tem apostado no setor pensando no médio e longo prazo. A companhia anunciou mês passado que está fazendo pesquisas com algoritmos e machine learning – técnica de programação em inteligência artificial – para buscar formas mais efetivas de tratar o câncer. A meta da empresa é ambiciosa: permitir que, no futuro, cientistas “programem” células para combater doenças. “Se os computadores do futuro não serão feitos apenas de silício, e podem conter materiais vivos, cabe a nós garantir que entendamos o que significa programar esses computadores”, afirma, em nota, a vice-presidente corporativa responsável pelos laboratórios de pesquisa da Microsoft, Jeannette M. Wing.

Investimento bilionário

Em outra linha, o Google tem concentrado esforços não só em pesquisas próprias, mas também no trabalho de terceiros. Ano passado, um terço dos US$ 2,4 bilhões investidos pelo fundo de venture capital da companhia foi repassado para empresas e startups de saúde. Em 2014 e 2015, o setor foi o que mais recebeu investimentos da empresa, à frente de outras áreas como inteligência artificial, robótica e produtos para consumidores.

“O aumento do poder de processamento e as melhorias nas técnicas de inteligência artificial permitiram recentemente que essas tecnologias pudessem ser aplicadas para fazer mapeamentos genéticos, tanto com pessoas doentes quanto com saudáveis. Mas só quem consegue fazer isso são as grandes empresas como Google e IBM, que têm acesso a recursos financeiros e laboratórios avançados”, afirma o diretor de inovação da Agência PUC, da Pontifícia Universidade do Paraná (PUCPR), Riccardo Lanzuolo.

 

Startups abocanham aportes milionários

O desenvolvimento de aplicativos e plataformas capazes de monitorar a saúde dos usuários está longe de ser hoje exclusividade das gigantes de tecnologia. O setor tem chamado a atenção também de uma infinidade de startups e pequenas empresas que têm trabalhado inclusive com pesquisas de novos tratamentos e medicamentos. As oportunidades de negócios chamaram a atenção de investidores, que têm apostado forte neste mercado: levantamento feito pela consultoria Tracxn mostra que o total já aportado nas 10 startups que mais receberam investimentos no exterior beira os US$ 6 bilhões.

No topo do ranking está a americana NantHealth, que já recebeu US$ 890 milhões e oferece, entre seus principais serviços, um teste molecular utilizado por médicos oncologistas para prever o melhor tratamento possível para vítimas de câncer – a solução, chamada de GPS Cancer, contempla o sequenciamento do genoma dos pacientes.

Especialistas, no entanto, alertam que o setor de saúde traz uma série de especificidades em relação a outros negócios, que podem barrar os “aventureiros”. Principalmente a necessidade de responder a órgãos de regulação rigorosos, como a Food and Drug Administration, nos Estados Unidos, e a Anvisa, no Brasil. “Diferente de qualquer outro negócio, é preciso produzir provas clínicas de que o que você está tentando fazer não causa danos e é efetivo. E esse processo é muitas vezes custoso e demorado. Manter investimentos em um negócio enquanto ele produz dados clínicos para receber o sinal verde pode não ser uma opção atraente para muitos investidores”, afirma o médico e professor da Universidade de Stanford (EUA) Robson Capasso, que tem pesquisado a utilização clínica de aplicativos e gadgets para tratar distúrbios do sono e outros transtornos.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/inteligencia-artificial/empresas-de-tecnologia-entram-na-disputa-pelo-mercado-de-saude-0d8lp76hz1d5dptr1fazz0e38

ANBIMA PREVÊ RETOMADA LENTA DO MERCADO DE FUSÕES NO BRASIL

Executivo de novos negócios/ fusões e aquisições

Fusões: “O pior ficou para trás e temos otimismo cauteloso, mas não vai ter um movimento tão forte de uma hora para outra”

São Paulo – O mercado de compra e venda de participações de empresas no Brasil voltará a ganhar tração de forma gradual, previu nesta segunda-feira a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

“Não vamos voltar aos níveis de 2014 tão rápido”, disse em teleconferência com jornalistas o presidente do comitê de Fusões e Aquisições da Anbima, Ubiratan Machado.

“O pior ficou para trás e temos otimismo cauteloso, mas não vai ter um movimento tão forte de uma hora para outra”.

 Na primeira metade de 2014, as operações anunciadas envolvendo empresas do país movimentaram 70 bilhões de reais.

A Anbima divulgou mais cedo que os anúncios de fusões e aquisições no primeiro semestre, incluindo ofertas de aquisições de ações e reestruturações societárias, somaram 57 bilhões de reais no país, alta de 128 por cento ante mesma etapa de 2015.

O número de operações caiu de 50 para 38 na mesma comparação. De acordo com Machado, setores como os financeiro, de óleo e gás e de energia elétrica, que lideraram o movimento de fusões e aquisições no primeiro semestre, devem continuar sendo os destaques.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/anbima-preve-retomada-lenta-do-mercado-de-fusoes-no-brasil

Tópicos: Anbima, Fusões e aquisições, Aquisições de empresas, Fusões

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